sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Começaram as aulas. Por enquanto foram apenas os exercícios de aquecimento. A minha menina mais nova tem todos os professores excepto o/a de Inglês. Nada de grave, portanto. Soube, no entanto, uma notícia inesperada que nem me passava pela cabeça: Há eleições autárquicas a 29 deste mês. São mais de três centenas de Câmaras Municipais, outras tantas Assembleias Municipais, mais dois ou três milhares de Juntas de Freguesia (não se sabe bem uma vez que há agregações). Somando cada Partido, Coligação ou Grupo de Cidadãos, serão talvez dezenas de milhar os portugueses candidatos a um lugar numa autarquia. Ora, qualquer que seja a posição, desde que candidatos efectivos ou um terço dos candidatos suplentes, segundo a CNE, têm "direito à dispensa do exercício das respetivas (*) funções, sejam públicas ou privadas, durante o período da campanha eleitoral, que se inicia no 12.º dia anterior e termina às 24 horas da antevéspera do dia da eleição.
Além dos candidatos efetivos (*), só têm esse direito os candidatos suplentes no mínimo legal exigível (isto é, em número não inferior a um terço dos candidatos efetivos (*), arredondado por excesso)."
Assim, falando só dos problemas do ensino, a juntar à baralhada com as colocações de professores, há alunos que vão ficar sem aulas até ao fim de Setembro, uma vez que há "setores" que se vão candidatar a um qualquer lugar numa autarquia, obviamente sem poderem ser substituídos.
Aguenta Portugal. Aguenta? Olhem que não sei...
Nota: os termos, com erro de português, "respetivas" e "efetivos" são da responsabilidade da CNE, uma vez que se tratam de cópias dos respectivos despachos, colocados entre aspas.

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