quarta-feira, 30 de outubro de 2013

No início deste milénio, Pedro Santana Lopes, na época recém eleito Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, reivindicou a presidência da Junta Metropolitana de Lisboa, baseado no conceito de que o PSD tinha sido o partido mais votado no conjunto dos municípios que constituíam a referida Junta (Lisboa, Sintra, Cascais, Mafra, Oeiras, etc...). Não teve sorte uma vez que a lei previa que fosse atribuída ao partido com mais presidências de Câmara, que era o PS. Assim tal cargo foi atribuído a Maria da Luz Rosinha, presidente da Câmara de Vila Franca de Xira.
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Actualmente, António Costa, recém reeleito Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, recupera os argumentos de Santana Lopes, reivindicando a presidência da Junta Metropolitana de Lisboa, baseado no conceito de que o PS é o partido mais votado no conjunto dos municípios que constituem a referida Junta (Lisboa, Sintra, etc...). Oeiras não "conta" para nenhum lado porque foi ganha por um independente próximo do Isaltino.
Não vai ter sorte uma vez que a lei continua a prever que seja atribuída ao partido com mais presidências de Câmara, que é o PCP. Assim tal cargo será atribuído provavelmente a Bernardino Soares, presidente da Câmara de Loures.

Voltando ao velho Camões: "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades".
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É a primeira derrota política de António Costa. Não será a última. No Verão não "os teve" para avançar contra Seguro. Assim não será nem Primeiro Ministro, nem Presidente da República, nem sequer dirigente da Associação dos Bombeiros Voluntários de Galamares.

De Galamares? Porquê Galamares?
Embora muitos não saibam, Edite Estrela, antiga Presidente da Câmara Municipal de Sintra pelo PS, desafectou uma parcela do Parque Natural da Serra de Sintra para que reputados dirigentes do seu partido aí pudessem construir as suas casas; entre outros para Vera Jardim, Ferro Rodrigues, ela própria e o tal António Costa.
Está presa? Claro que não! É deputada europeia!

domingo, 27 de outubro de 2013

Diz A: É pá, as nossas manifestações foram um fracasso. Será que vamos ser obrigados a mudar de estratégia?
Diz B: Não, nem penses nisso. Culpamos o povo.
Dizem Passos, Portas e Cavaco (convenientemente disfarçados de Batman, Robin e batmobile): Hihihihihihhihihihi
Apetece-me um trocadilho
Que a Bárbara e o Manel Maria
mais o grande amor que os unia
vão mas é pró "carrilho".
Até a mim, que não participo em manifestações ou greves, me meteu dó o esforço que os repórteres televisivos faziam para descortinar uma “multidão” nas poucas pessoas que, em Lisboa e sobretudo no Porto, gritavam contra a troika.
Não que isso signifique que o povo “goste” dessa gente ou dos que, em Portugal, lhes seguem cegamente a receita. Claro que não, antes pelo contrário.
Agora é indubitável que algo está errado. Esta gente que manda na oposição de esquerda deve – sob pena de não irem a lado nenhum – deixar o circuito fechado dos sindicalistas, das comissões de trabalhadores, dos gabinetes da Vítor Cordon e falarem com o verdadeiro povo que sofre, largarem o show off televisivo dos piquetes de greve e perceberem a angústia que transparece nos rostos, nas paragens de autocarro que não se sabe se vem, nas grades fechadas do metro, no silêncio dos motores dos barcos do Tejo ou no desespero de uma consulta com meses de espera que – logo por azar – calhou num dia de paralisação de um qualquer grupo profissional e, que por esse facto, fica novamente para as calendas, e perceberem que, por cada greve contra os mais indefesos, ou manifestação agressiva em que gente (como na de sábado) entra num McDonald’s, gritando contra o capitalismo, num local onde não há um único capitalista, mas apenas empregados assustados com eventuais destruições que ponham em causa o seu precário posto de trabalho e clientes atarantados que o frequentam porque é barato e não porque sejam lacaios do capital, há votos que podiam e deviam ser da esquerda que fogem, se calhar até para a coligação que nos desgoverna.
Chego a pensar que, como essas pessoas (Arménios, Nogueiras, Avoilas, etc…) não é parva, se trata apenas da auto-defesa do seu actual estilo de vida, que é essencialmente o de gente que, ostentando profissões como electricista, professor ou funcionário administrativo, há décadas que não “fala” com um kilovátio, não risca uma ardósia com giz ou não lambe um selo para colar numa notificação.
Que tristeza!
Falando quase de culinária:
Receita do governo: 
Austeridade! Não resulta, que fazemos a seguir?
Austeridade! Não resulta, que fazemos a seguir?
Austeridade! Não resulta, que fazemos a seguir?

Receita da oposição da verdadeira esquerda:
Manifestação e greve! Não resulta, que fazemos a seguir?
Manifestação e greve! Não resulta, que fazemos a seguir?
Manifestação e greve! Não resulta, que fazemos a seguir?

Receita do principal partido da oposição:
Que devemos fazer?
Perguntem ao governo. O governo é que deve ter a solução.
Pelos vistos não tem! Que devemos fazer?
Perguntem ao governo. O governo é que deve ter a solução.

Receita do Zé Povinho para eles todos:



Congresso Álvaro Cunhal e Manifestação anti-troika neste sábado, em simultâneo.
Malta, organizem-se.
Os 49 Magníficos.

Confesso que já não tenho esperança no nosso sistema partidário. 
Estes não prestam e a malta prepara-se para voltar a entregar o país aos outros que também não prestam. Os que podiam ser alternativa não conseguem vencer e também parece que não têm muita vontade disso.

Assim proponho uma solução:
Entregar a nossa quase milenar Pátria Amada a 49 cidadãos de Mérito, comprovadamente honestos, com ligações partidárias ou não; dar-lhes 8 anos (duas legislaturas) para nos tirarem do lixo; durante esse período não haveria eleições, parlamento, greves, manifestações ou actividade partidária. A actividade das Associações de classe (patronais ou sindicais) não poderia ser política. Eu sei que a esse "regime" se chama ditadura. Há ditaduras fascistas (democracia orgânica), comunistas (democracia popular). Esta seria a ditadura da "Gente Séria".
Eis a minha lista (25 mulheres e 24 homens).
Ana Gomes
Ana Hatherly
Anónio Brotas
António Correia de Campos
António Ramalho Eanes
Catarina Vaz Pinto
Daniel Bessa
Daniel Oliveira
Estela Barbot
Fernanda Freitas
Fernando Rosas
Francisco George
Francisco Pinto Balsemão
Gonçalo Ribeiro Telles
Graça Morais
Guilherme d'Oliveira Martins
Helena Matos
Helena Roseta
Henrique Medina Carreira
Inês Pedrosa
Isabel Stiwel
Jaime Nogueira Pinto
Joana Amaral Dias
José Pacheco Pereira
Leonor Freitas
Lídia Jorge
Manuel Clemente
Manuel Maria Carrilho
Maria das Dores Meira
Maria do Rosário Carneiro
Maria Filomena Mónica
Maria João Pires
Maria João Sande Lemos
Matilde Sousa Franco
Odete Santos
Paulo de Morais
Paulo Macedo
Rita Ferro
Rosa Mota
Ruben de Carvalho
Rui Marques
Rui Moreira
Rui Nabeiro
Sandra Correia
Telma Monteiro
Teodora Cardoso
Vasco Lourenço
Vasco Pulido Valente
Vítor Dias
Diz fulano: Sabem se está a ser equacionada alguma estratégia relacionada com o combate aos fogos florestais?
Diz beltrano (enquanto entediado sacode com energia o chapéu de chuva completamente encharcado): Fogos florestais? Então "isso" não é só a partir de Julho? Com franqueza!
Se há coisa que me irrita são os anúncios dos bancos pretendendo promover a venda dos milhares de andares que lhes foram parar às mãos.
Estes "éfe-dê-pês" apropriaram-se da habitação de muitas famílias honestas que apenas devido ao infortúnio desta crise foram obrigadas a deixar de pagar as prestações. Muitas até já tinham pago mais do que as casas valem presentemente; outras, além de perderem o seu tecto, ainda continuaram endividadas.
Agora estes crápulas dão o "cú e oito tostões" para que alguém as compre. Quer dizer, não puderam renegociar ou criar períodos de carência para que os hipotecados originais pudessem respirar e agora "pagam a escritura", "fazem descontos" e alguns até "oferecem a mobília".
No entanto, pior do que estes, são os necrófagos que aproveitam para fazer bons negócios à custa do "sangue" das vítimas que tiveram o azar do desemprego ou da baixa de rendimentos.
Peço um desejo: que estes novos proprietários sejam atazanados para o resto da vida pelos "fantasmas" dos que lá moravam.
Isto está bonito. Políticos que governaram este país, sendo, na sua época, sujeitos sempre "às maiores manifestações de rua até essa data" contra a sua política, porque escreveram ou debitam umas tretas que se podem aplicar contra este governo, já são os maiores. Então o bandido do Sá Carneiro não ficou a dever 30 mil contos à banca nacionalizada? Ou este, empregado do merceeiro Soares dos Santos:

Em 2013 Portugal alcançou o primeiro superavit da balança de pagamentos, desde a segunda guerra mundial. É obra. No entanto tiro algumas conclusões telegráficas.
- O que é bom para a balança de pagamentos é mau para e economia conforme a temos estruturada;
- ou seja, embora haja algum aumento das exportações, este resultado é devido essencialmente à diminuição brutal das importações;
- ou seja, os portugueses, quando têm dinheiro no bolso, são chamados pelos "empresários" e pela publicidade a consumir preferencialmente produtos importados;
- ou seja, quando não têm dinheiro no bolso, deixam de consumir, como escrevi no parágrafo anterior, essencialmente produtos importados.
Portanto, revitalizar o mercado interno, como pede a maioria das pessoas, sem alteração do paradigma de consumo, é voltar à desgraça que nos conduziu até aqui.

Será que, se um dia tivermos dinheiro no bolso (os que nunca tiveram e os que perderam com o governo actual), vamos conseguir manter o equilíbrio da balança de pagamentos?

É que essa é a única hipótese de, acabando a austeridade, não voltarmos a cair na bancarrota.

Sinceramente, numa economia global em que os governos não podem aplicar taxas às importações, será uma tarefa hercúlea.
Li a entrevista de José Sócrates Pinto de Sousa. Votei nele em 2005 e 2009 e não me arrependo de o ter feito. Nunca o faço. Felizmente vivo numa democracia e posso sempre emendar a mão nas eleições seguintes.
Quando li as críticas que faz ao homem sério que é Teixeira dos Santos, por este se ter recusado a embarcar nas fantasias em que estávamos metidos e esquece nomes como o Robalo Vara ou o Mr Swap/PPP Mário Lino, entre outros, percebi que não vale a pena dar mais para esse peditório. O homem é muito bom no que toca a paleio mas no resto estamos conversados. Afinal as trafulhices com a licenciatura, a Cova da Beira, os licenciamentos da Câmara da Guarda, o Freeport e a fortuna familiar não são por acaso.
O facto de haver "novos" trafulhas no palco da política nunca vai poder branquear as trafulhices anteriores.
A Clara Ferreira Alves, que já foi tudo, nomeadamente "santanette", já percebeu de que lado sopra o vento e, portanto, convém colocar-se na poule position uma vez que já são muitos os que se preparam para o assalto ao pote.
Diz o seboso Ferreira do Amaral, esfregando as mãos: Ora, 400 autocarros a 6,80 mais uma data de ligeiros dá pelo menos 3000€ de portagens em 2 horas. Nada mau.
Dizem os capitalistas, donos da Mafrense e do Barraqueiro: Pelo nosso lado, nada mau mesmo.
Todos em uníssono: Vamos propor que a ponte seja uma espécie de "manifestódromo" e que todas as semanas haja uma destas.

Diz o Zé Povinho ao ver tantos autocarros pertença das Câmaras Municipais do costume: Hummm, cheira-me que sou eu que vou pagar grande parte.
Em conclusão.
Em 2011 o Povo Português mandatou Passos e Portas para resolverem a porcaria que Sócrates fez nos 6 anos anteriores, o qual já tinha sido mandatado para resolver a porcaria que Barroso e Santana fizeram nos quase 3 anos anteriores, os quais já tinham sido mandatados para resolverem a porcaria que o bonzinho Guterres fez nos 6 anos anteriores, o qual já tinha sido mandatado para resolver a porcaria que Cavaco fez nos 10 anos anteriores, o qual já tinha sido mandatado para resolver a porcaria que Soares + Balsemão + Sá Carneiro + Lurdes Pintasilgo + Nobre da Costa + Mota Pinto + Soares + Pinheiro de Azevedo + Vasco Gonçalves + Palma Carlos fizeram nos 11 anos anteriores.

Conclusão:
1º A porcaria é sempre (como é hábito) muito superior ao que se imaginava.
2º Estes que lá estão, também como todos os outros, além de falharem vão deixar mais porcaria para os que se seguirem.

... os quais não vão poder cumprir as promessas eleitorais porque afinal a porcaria era muito superior ao que se imaginava.
"Mega-operação de autocarros organizada para levar os manifestantes ao local de concentração".

Calma, estou a falar de 1973 e da manifestação de desagravo a Marcello Caetano, quando regressou de Londres, onde passou um mau bocado com a comunidade portuguesa exilada por essa Europa. 
Essas coisas de proporcionar autocarros para as pessoas não se esquecerem das "manifes" era coisa do tempo do fascismo. Agora nada disso se passa.
CDS e PCP estão a protagonizar um verdadeiro hino à livre iniciativa.

Depois do beto João Almeida ter "pedido" o fim das subvenções vitalícias vem o António Filipe (um camarada que, se tirasse os óculos, colocando à vista os papos de olheiras, podia passar por mim próprio) dizer: - Tudo bem mas não ficamos por aqui, vamos acabar com os regimes especiais de aposentação, como os do Banco de Portugal ou da CGD.
O povo, em êxtase, aguarda que BE, PS e PSD se cheguem à frente com novas propostas.
Quem dá menos!
Com um bocadinho de sorte, ainda o fim-de-semana não tenha dado o último suspiro, e já a classe política estará a pão e água.
Aí, valentes.
A génese do governo PSD/CDS explicada, pelo Grilo Falante, a um português (A) regressado do antigo reino do Sião, onde viveu nos últimos anos, longe de tudo.

(A) – Olá grilo, estás bom, então como vai o nosso Portugal?
Não digas nada, estamos na merda, entregues a uns crápulas que nos desgovernam.
Pois, imagina que me mostraram, no Facebook, uma imagem que diz: “O Cavaco forçou a demissão do governo PS com a dívida pública nos 94% alegando que era insustentável”. Quer dizer, o malandro correu com o Sócrates para pôr lá estes que têm a dívida pública nos 130%.

(Grilo) – Bom, tu estás fora há algum tempo. Vou contar-te a verdadeira história.
Foi o Primeiro-ministro José Sócrates que apresentou a demissão ao Presidente e não o Presidente que o demitiu.
(A) – Sim? Então e porque é que o Sócrates se demitiu?
(Grilo) – Por duas razões: O Parlamento recusou uma lei que se chamava PEC IV; ao mesmo tempo os sindicatos, especialmente a CGTP, organizaram gigantescas manifestações contra o governo. Portanto, não podendo ter aprovada essa legislação e sentindo que tinha perdido o apoio da “rua”, achou que não tinha condições para governar.
(A) – Bom, mas então foi a direita a culpada dessa não aprovação?
(Grilo) – Claro que a direita, desejosa de voltar ao pote, votou contra. Só que a direita, por si só, não tinha votos suficientes para reprovar a lei.
(A) – Pois, já se percebe, mas então?
(Grilo) – Isso que estás a pensar. O Partido Comunista e o Bloco de Esquerda juntaram-se à direita e foram, ao fim e ao cabo, os verdadeiros causadores do fim do governo PS. Se quisessem podiam tê-lo evitado.
(A) – Então e agora porque é que se queixam?
(Diz o Pai Natal) – Pois…
Há 15 anos (1998) Portugal estava na moda: Tínhamos ganho a organização do Euro 2004, a Expo estava em pleno e José Saramago ganhava o prémio Nobel da Literatura. Éramos os maiores!
No primeiro caso tínhamos tido autorização para a bandalheira que foram os estádios e tudo o que esteve (e continua a estar) à sua volta; o estádio de Leiria até teve direito a um swap. No segundo caso, enquanto alegremente nacionais e estrangeiros se entretinham a carimbar "passaportes" a roubalheira habitual campeava sem controlo por tudo o que era sítio. Salva-se o escritor que trouxe para Portugal o galardão máximo da literatura.
Manif da CGTP na ponte 25 de Abril.
Se este governo não fosse constituído por atrasados mentais deixava que a manifestação se realizasse. Claro que tinha que meter ao barulho os presidentes da Câmara de Almada e Lisboa, quanto mais não fosse para os meter entre a espada e a parede e responsabilizar por qualquer desgraça. Depois não colocava polícia a controlar, evitando as provocações. Ao contrário do que se passa nas ruas de Lisboa, a ponte 25 de Abril não tem fuga a não ser para suicidas, nem sequer caixotes do lixo para incendiar ou montras para partir. O que depois passava nas televisões, na calma do sofá, era a luta entre os “gorilas”, perdão, a segurança da CGTP e os desenquadrados anónimos que não conseguem fazer dois quilómetros a gritar “CGTP,unidade sindical” sem ficarem cheios de comichão. Só que os otários do governo preferem proibir. É a vida…
Gostava sinceramente que o Tribunal Constitucional se pronunciasse sobre o roubo a que são submetidos os cidadãos que antecipadamente compram o "passe", criando uma situação de pagamento adiantado sem que a empresa lhe preste o serviço sem ser por causas naturais (terramotos, inundações,incêndios,etc...). Essa situação está obviamente prevista em muitas ocasiões. Apenas como exemplos temos um contrato promessa ou um pré-pagamento num restaurante; sempre que os serviços ou bens não são colocados à disposição o adquirente não é prejudicado. É evidente que eu sei os motivos porque não existe essa intervenção.É que, embora dê muito jeito, o Tribunal Constitucional não é um verdadeiro tribunal, nem os seus membros são juízes profissionais e independentes, mas sim pessoas (respeitáveis) aí colocadas essencialmente pelos partidos. Por razões opostas não interessa esse tipo de correcção do roubo. Aos partidos do arco governamental (PS/PSD/CDS) porque isso poria em causa financeiramente as empresas de transportes, onde eles colocam alternadamente, ou ao mesmo tempo, os seus boys e girls; aos partidos do contra (PCP/BE) porque isso podia pôr em causa os seus grevistas de estimação.
À atenção do velho Presidente da CML (já vai no 7º ano).
Mais uma situação em em que Lisboa piorou nos últimos anos, sem que a CML faça o que quer que seja para a modificar:
"Estacionamento ilegal pára autocarros e eléctricos, em média 2 horas e meia por dia". O António Costa tem desculpa: neste momento tem mais em que pensar.
Como utente do Metro e contribuinte não posso deixar de me indignar com o recomeço da tourada das greves que, de tão frequentes, já não levam a nada e apenas se limitam a chatear os mais fracos que, sem transportes públicos, não se podem deslocar. Para esta gente só tenho uma palavra: pulhas!
Curiosidades (III)
Nestas eleições segui o conselho de muitos amigos e não só, que partilham mensagens pedindo para não votarmos nos mesmos que nos trouxeram até aqui (PS + PSD + CDS). Pelos vistos a maior parte dos que dão conselhos não os cumprem uma vez que o bonzo do Costa, não só ganhou como até reforçou a maioria absoluta. Para a próxima vou voltar a votar em quem me apetecer, mesmo que seja num desses três.
Parabéns ao Costa (Rui Costa) pela vitória no Mundial de Ciclismo em estrada; e também ao Sousa pela vitória no ténis.