domingo, 27 de outubro de 2013

Se há coisa que me irrita são os anúncios dos bancos pretendendo promover a venda dos milhares de andares que lhes foram parar às mãos.
Estes "éfe-dê-pês" apropriaram-se da habitação de muitas famílias honestas que apenas devido ao infortúnio desta crise foram obrigadas a deixar de pagar as prestações. Muitas até já tinham pago mais do que as casas valem presentemente; outras, além de perderem o seu tecto, ainda continuaram endividadas.
Agora estes crápulas dão o "cú e oito tostões" para que alguém as compre. Quer dizer, não puderam renegociar ou criar períodos de carência para que os hipotecados originais pudessem respirar e agora "pagam a escritura", "fazem descontos" e alguns até "oferecem a mobília".
No entanto, pior do que estes, são os necrófagos que aproveitam para fazer bons negócios à custa do "sangue" das vítimas que tiveram o azar do desemprego ou da baixa de rendimentos.
Peço um desejo: que estes novos proprietários sejam atazanados para o resto da vida pelos "fantasmas" dos que lá moravam.

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