segunda-feira, 8 de julho de 2013

Estação parva (II)

Estação parva (II)
Como não sou adivinho, não sei qual vai ser a decisão do Cavaco. Também confesso que não me aquece nem me arrefece. Já vivi muitas crises e, em diversas fases da minha vida, já comi o pão que o diabo amassou. Aliás, tal como todos vós.
No entanto reparo que, este fim-de-semana, o PR teve à sua disposição dois importantes sinais, a saber:
1- O fracasso da manifestação que deveria manter-se em Belém até à queda do governo. Não é que muitas pessoas não estivessem lá em espírito; só que entre a criação das nossas émulas do Brasil, do Egipto ou da Turquia e uma saltada à praia, com umas jolas e uns caracóis a última hipótese foi mais forte.
2- Nem eram necessários os aplausos que brindaram os chefes do país nos Jerónimos; como as coisas estão, bastava a não hostilização habitual, para já ser um indicador importante.
A ver vamos.

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