A questão relacionada com a alegada falta de
pagamento à Segurança Social do Primeiro Ministro de Portugal é, a provar-se
que é efectivamente um atropelo à lei em vigor à data, um facto muito grave.
Isto porque, sabendo nós que milhares e milhares de portugueses, trabalhadores
independentes, mistos e empresários o fizeram, até fazendo gala perante os
tansos que cumpriam as suas obrigações, sempre à espera de uma prescrição, a
eleição do Presidente ou até a visita do Papa, incluindo
a passagem por baixo da mesa de umas massas para que o seu processo numa
qualquer repartição fosse sucessivamente colocado na base da pilha, torna-se mortal
num cidadão que, passados alguns anos, se torna Presidente do Governo. Hoje em
dia - felizmente - tudo se sabe e não vale a pena tergiversar com possíveis
erros dos "serviços". Ou é ou não é. E, caso seja, não pode haver
alternativa a não ser a demissão imediata da personagem.
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