terça-feira, 3 de março de 2015

Diz A: Escuta, tenho uma capa espectacular para a nossa próxima revista: A Nossa Senhora de Fátima é muito devota. Assim, está no Céu, de joelhos, a “rezar”, topas? “a rezar” enquanto os Apóstolos e os Santos fazem bicha para lhe acariciar o cabelo. Judas, como não podia deixar de ser, é o gajo das cobranças, com o saco do dinheiro…
Diz B: És doido, nem penses nisso, o respeito deve ser o mote da nossa publicação…
Diz A: Bom, então e esta? Um velho rabino a ser atafulhado pelo Netanyau enquanto diz entre dentes: O Holocausto? Essa tanga que nós inventámos. Hihihihi….
Diz B: Estás a começar a passar das marcas. Claro que não podes fazer uma caricatura sobre esse assunto…
Diz A: Bem, já percebi, só sobra esta: O Papa Francisco, tão amigo das criancinhas, está carregado de “meninos” ao colo, enquanto… lhes dá “conselhos”…
Diz B: Chega, somos uma publicação com princípios que não ultrapassamos em caso nenhum. Estás despedido.
Diz A: Áh… então tu também és daqueles que é contra a liberdade de expressão?
Diz B: Eu? Alguma vez te chateei quando colocaste o Maomé, todo nu, de rabo para o ar, com uma estrela espetada no olho?

Digo Eu, disfarçado de grilo falante: Sou sistematicamente vítima de bandos de melgas e mosquitos, sempre que ando por perto de zonas que são o seu território. Combato-os sem dó nem piedade, com almofadas, panos da loiça, electrocussão, gazes insecticidas, papéis com cola, etc… etc… Mas nunca ofendo esses animais, chamando-lhes filhos desta e daquela, e até fazendo uma ligeira continência militar cada vez que consigo vencer uma dessas batalhas onde, de parte a parte, não se fazem prisioneiros. Eles não são culpados. A sua natureza, a necessidade de alimentarem os filhos força-os a procurarem o meu sangue. Não têm alternativa. Por muita bondade que eu tivesse, esses insectos nunca poderiam ser objecto de um tratado de paz.
Um “jhiadista” deve ser igualmente liquidado sem rebuço, uma vez que o seu objectivo, por convicção, submissão ou lavagem cerebral é dar cabo de nós, do nosso modo de vida, da nossa liberdade individual. 
Parece, no entanto, que os poderes instituídos no ocidente preferem dar cobertura a paródias de mau gosto em vez de agirem, depressa e em força, antes que seja tarde.

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