Muito incorrecto é verdade.
Mesmo quando era jovem e andava metido nas beatices da Igreja, nunca apreciei ladainhas.
Isto a propósito da ladainha feminina, com especial relevância nestes oitos de Março, sobre a desigualdade de género, mais isto, mais aquilo, frito e cozido, quando a generalidade(*) das mulheres, como mães e educadoras, constituem o elemento primordial na criação e manutenção dessa mesma desigualdade.
Outra ladainha prende-se com a chamada "luta das mulheres" pela conquista da igualdade.
Qual luta qual carapuça; simplesmente a sociedade de consumo, entidade abstracta, mas com actividade concreta na nossa vida quotidiana, entendeu como necessária a maior autonomia das mulheres, (especialmente financeira) no sentido de poderem dedicar-se, sem o controlo e presença inibidora dos homens, ao que essa sociedade de consumo pretende.
Ao mesmo tempo financiaram uma data de empresas de inventores e engenheiros (homens) para que máquinas de lavar louça e roupa, robots de cozinha, aspiradores, carros mais pequenos e portanto fáceis de conduzir e de arrumar, etc... etc... vissem a luz do dia e contribuíssem para essa mesma autonomia, dando à metade da humanidade, até aí muito ocupada, o tempo, esse grande amigo do consumo.
Por algum motivo, é nas sociedades mais pobres e religiosamente controladas (isentas de consumo público e fútil) que as mulheres são mais exploradas e têm menos direitos.
Mesmo quando era jovem e andava metido nas beatices da Igreja, nunca apreciei ladainhas.
Isto a propósito da ladainha feminina, com especial relevância nestes oitos de Março, sobre a desigualdade de género, mais isto, mais aquilo, frito e cozido, quando a generalidade(*) das mulheres, como mães e educadoras, constituem o elemento primordial na criação e manutenção dessa mesma desigualdade.
Outra ladainha prende-se com a chamada "luta das mulheres" pela conquista da igualdade.
Qual luta qual carapuça; simplesmente a sociedade de consumo, entidade abstracta, mas com actividade concreta na nossa vida quotidiana, entendeu como necessária a maior autonomia das mulheres, (especialmente financeira) no sentido de poderem dedicar-se, sem o controlo e presença inibidora dos homens, ao que essa sociedade de consumo pretende.
Ao mesmo tempo financiaram uma data de empresas de inventores e engenheiros (homens) para que máquinas de lavar louça e roupa, robots de cozinha, aspiradores, carros mais pequenos e portanto fáceis de conduzir e de arrumar, etc... etc... vissem a luz do dia e contribuíssem para essa mesma autonomia, dando à metade da humanidade, até aí muito ocupada, o tempo, esse grande amigo do consumo.
Por algum motivo, é nas sociedades mais pobres e religiosamente controladas (isentas de consumo público e fútil) que as mulheres são mais exploradas e têm menos direitos.
(*) Nada do que aqui está escrito se aplica à minoria de mulheres que vão ler este post; apenas é verdadeiro para a outra imensa maioria que tem mais que fazer do que estar a perder tempo comigo, especialmente neste dia todo feito de cravos e rosas, consoante a cor política dos ofertantes.
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