terça-feira, 3 de março de 2015

Duas ou três pequeninas coisas sobre as audições aos primos "desavindos":
- O pai de um e o tio de outro já andaram, a "mielas", há cinquenta anos, a serem papados pela Amália; e não se desentenderam!
- Os partidos mandaram os juniores para debaterem com estes dois. Parecia um bando de peixitos ou pixotes num tanque com dois tubarões que herdam o pedigree bancário de 145 anos de métier.
- Esta gente anda há 25 anos (desde que recuperaram o banco) a preparar o golpe contra o país que permitiu que, em 75, meia dúzia de pretensos iluminados lhes fizesse a "brincadeira caríssima" (para nós) de os espoliarem, prenderem com mandatos em branco, perseguirem e exilarem...
- Nota-se a diferença de "nível", em todos os aspectos, de uma personagem como o Salgado que, apesar do muito dinheiro, anda a bater com os costados no trabalho duro, "para aprender o negócio e a respeitar quem trabalha", segundo palavras do tio, desde os 14 anos e uns meninos e meninas que há poucos anos ainda andavam entretidos a colar cartazes nas juventudes (JSD, JS, JCP, JP (o BE não teve ainda tempo para ter juventudes)) como condição necessária para acederem às assessorias e à deputação. 
- No final disto tudo ainda se vai concluir que estas famílias ainda são nossas credoras. Talvez não, porque a vingança que "eles" pretendem já está obviamente assegurada e nem um tusto vamos conseguir recuperar.
- Poderíamos sempre pedir responsabilidades aos que primeiro sacaram o taco do "Dia de Trabalho para a Nação" e depois andaram a brincar às nacionalizações, mas isso não é possível. Já passaram quase 40 anos e tudo foi feito contra a reacção.

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